Em Camaçari, Rui Costa discursa contra ACM Neto, e Marcelo Nilo responde
A contagem regressiva para a votação do segundo turno neste domingo (27), em Camaçari, intensificou os confrontos políticos entre os apoiadores de Flávio Matos (União Brasil) e Luiz Caetano (PT). Nesta quinta-feira (24), durante um ato de apoio a Caetano, o ex-governador e ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) direcionou críticas ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), principal apoiador de Flávio. Sem mencionar diretamente o nome de Neto, Rui proferiu um discurso inflamado, reiterando uma retórica que já utilizou em outras ocasiões de pressão política.
“Causa uma indignação profunda quando esse povo da elite, filho de riquinho, que empinava arraia com ventilador, acha que pode humilhar gente do povo, gente humilde. Falta de respeito dessa gente riquinha, que acha porque é rico tem que ter o povo do cabresto e humilhar pessoas”, disse Rui.
Em contato com o site Política Livre, o ex-deputado Marcelo Nilo (Republicanos) rebateu as declarações do ex-governador e ironizou o fato de Rui Costa ter um imóvel de luxo “no metro quadrado mais rico da Bahia”.
“Rui Costa chama Neto de riquinho. ACM Neto tem pai rico e teve avô rico. Mas rico mesmo é Rui Costa, que nasceu numa encosta da Liberdade e hoje mora no metro quadrado mais rico da Bahia, na Mansão do Baiano de Tênis”, afirmou Nilo.
SJDH - A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) participou, na manhã desta sexta-feira (25), da programação do Curso de Formação dos 30 novos promotores de justiça do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Na ocasião, gestores da SJDH fizeram apresentações sobre os Programas de Proteção, que são políticas públicas voltadas ao atendimento e acompanhamento de situações de risco e de ameaça de morte a pessoas em condições específicas de vulnerabilidade vital.
As apresentações foram feitas pelos coordenadores de Gestão e Monitoramento dos Programas de Proteção, que são executados pela SJDH, no âmbito da Superintendência de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos (SUDH).
Para a coordenadora do Programa de Proteção a Vítimas, Testemunhas e Famílias Ameaçadas (Provita), Deusilene Sousa, a capacitação é importante para que se divulgue nos órgãos que têm participação, inclusive nos conselhos deliberativos dos programas.
“É fundamental que ocorra no Ministério Público, sendo este órgão uma das principais portas de entrada nos programas, principalmente do Provita, que é 60% dos casos que recebemos. É importante que esses novos promotores entendam o funcionamento do programa e quais são as regras”, afirmou.
Por Equipe de Política